Review: X-Men – Days of Future Past

Baseado no arco “Days of future past”, o novo filme dos X-Men conta a história de um futuro pós-apocalíptico no qual os nossos governantes, com medo de que os mutantes extinguissem a humanidade, colocam-nos em campos de concentração. Os sobressalentes são mortos por robôs gigantes, as Sentinelas.  Com ajuda dos mutantes remanescentes, Wolverine projeta a sua consciência do futuro no seu corpo em mil novecentos e setenta e três para acabar com o evento chave da perseguição governamental.

Este filme marca a redenção de Bryan Singer na franquia. Na cadeira de diretor em X-Men e X2 (no Brasil intitulado X-Men 2) e depois de abandoná-la no terceiro filme da franquia, o “X-men : O Confronto Final”, para debandar da Marvel para Fox e produzir um filme da DC pela Warner, dirigindo um filme muito aguardado: o tenebroso “Superman Returns”. Mas como a volta do filho pródigo é sempre bem aclamada, mesmo que na produção, “X-men: First Class” foi um filme de primeira (risadas aqui ). Com tomadas ótimas, cenas criativas e empolgantes, principalmente as do Mercúrio, o diretor eleva o status desse filme aos da nova geração de super-herói pós-Marvel Studios. E não para por aí: depois de uma excelente produção e direção, está confirmado para 2016 um novo filme dos mutantes: “X-men – Apocalypse”.

Neste filme, o elenco singular de X-men, composto por Colosso, Homem de Gelo, Lince Negra, Tempestade, Xavier, Magneto e Wolverine (entre milhões de outros)  está presente já no pontapé inicial do filme, com tomadas em cenário de guerra e também de multiplicador de tensão da trama, pois as personagens estão no futuro lutando contra as sentinelas e só aparecem nas horas em que a história no passado está indo de mal a pior. Passado e futuro vão convergindo para a extinção dos mutantes de uma forma clara e cheia de computação gráfica no futuro e enrolada política no passado. Destaque para Jennifer Lawrence que agora, mais famosa depois da conquista do Oscar, executa o papel chave de se transformar de Raven para Mystique, após o evento no qual é capturada e com os estudos sobre seus poderes, os humanos podem fazer as sentinelas adaptarem com poderes que se encaixam nas fraquezas em que os mutantes que estão lutando contra tem. Há quem diga que a maquiagem dela está ruim, mas seu corpo bem torneado e com sinuosas curvas fazem você prestar pouca atenção nesse fato.

O personagem mais carismático é o Mercúrio, com seu jeito moleque, sua jaqueta jeans, camisa do Pink Floyd, óculos de aviador e seus cabelos prateados. Ele também protagoniza a melhor cena, na qual corre no pentágono enquanto tudo está em câmera lenta. “X-men: Dias de um futuro esquecido” é um filme pra entrar na briga de bilheterias das grandes produções dessa geração de super-heróis. E ressalto que há a possibilidade do próximo filme do Quarteto Fantástico ter ligação com este universo.

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